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A Plague Tale: Innocence – Glória à Rune | Análise

Analisado no PlayStation 4

Se você procura um jogo que faça que você sinta muitas emoções e ao mesmo tempo muita diversão, A Plague Tale: Innocence é o jogo ideal para você. Ele é um jogo de ação e aventura desenvolvido pela Asobo Studio e publicado pela Focus Home Interactive, sendo também uma franquia nova destes estúdios, ele já se encontra disponível para PC, PlayStation 4 e Xbox One a partir do dia 14 de maio de 2019.

 

 

O jogo começa com um ar de tranquilidade sem dar pistas do que está por vir. Você controla a filha de Robert de Rune e Beatrice de Rune, a jovem Amicia, sendo assim é herdeira do trono do reino de seus pais, o Reino de Rune, junto com seu irmãozinho Hugo. Durante o início do jogo em uma caminhada junto com seu pai, Amicia acaba se deparando com algo estranho na floresta, assim vendo uma quantidade gigantesca de ratos avançando sobre ela. Sem entender o que se passava ela resolve voltar para o seu castelo, e acaba se deparando com soldados de outro reino e um cavaleiro um ‘pouquinho estranho’, enfim, era a inquisição que chegou, imediatamente Amicia e Hugo, testemunham a morte de seus pais pelas mãos da Inquisição correm dali para fugir por suas vidas.

 

 

Amicia recebe um destino indicado pelos seus pais e ela vai até ele junto com seu irmão em busca de saber o que está acontecendo neste mundo totalmente maluco, com ratos, a inquisição e tudo mais. Ela sem entender nada começa a enfrentar soldados e muitos ratos que encontra pela frente.

Para resumir, A Plague Tale: Innocence chega para contar uma história pesada, situada em um dos períodos mais negros da humanidade. Estamos no século XIV, no auge da Guerra dos Cem Anos e da Peste Negra, que dizimou boa parte da população da Europa.

A Amicia e Hugo são os grandes anfitriões desta história. Protegendo seu pequeno e tão inocente irmãozinho, Amicia tem o dever de encarar essa grande jornada e ao mesmo tempo impedir que seu irmão morra. Ela busca de todos os modos não deixar ele para trás, você pode sentir isso jogando o jogo, em todos momentos que precisa passar algum obstáculo ela ajuda ele a subir e depois dele ela passa, o jogo todo os dois correm juntos de mãos dadas e com algumas falas de Hugo a gente chega a ter sentimentos pelos personagens, é como se estivéssemos dentro do jogo sentindo a aflição e o medo de Hugo.

 

A Jogabilidade do game é maravilhosa, leve e fácil de jogar. Apenas citarei um pequeno contra no menu de escolha de artefatos. Tirando isso a jogabilidade é muito tranquila e deixa o gameplay muito mais dinâmico, o sistema de mira é bastante comum e conta com uma ajuda em algumas situações. O jogo te deixa em um ar muito tenso, você fica a todo momento em atenção no que acontece no jogo, 90% do jogo você deve jogar totalmente em furtividade ou você não consegue progredir na história. Muitas pessoas que ainda não jogaram o jogo perguntam bastante como é que a gente mata nossos inimigos no jogo, olha para ser sincero o nosso maior aliado no jogo é o FOGO. Com ele você pode afastar os ratos e assim se infiltrar no meio deles para concluir seus objetivos. A personagem que controlamos está com um estilingue e que pode até não parecer, mas nos ajuda bastante nessa longa jornada. O andar dos personagens é leve, porém algumas vezes parece que dá uma ‘endurecida’ e lembra bastante a movimentação de Heavy Rain.

A Plague Tale: Innocence graficamente contém um tom bastante harmônico, do gameplay para as cutscenes é uma diferença muito grande, porém é um gráfico muito chamativo e com cenários bonitos que chega até ser difícil associar o momento que se passa no jogo com muitos cenários incríveis. O jogo é feito muito detalhadamente com um ótimo sistema de iluminação e ótimas animações, o gráfico do jogo tanto durante o dia quanto a noite é sensacional, mas em algumas partes do gameplay você pode perceber algumas perdas na qualidade gráfica do jogo.

 

 

A trilha e efeitos sonoros são excelentes, em cada local que você avança no jogo é certo que irá se surpreender com a qualidade dos efeitos de cada local. Você vai encarar cenários totalmente diferentes e isso que é muito chamativo no jogo, ele não faz você ficar fazendo a mesma coisa o tempo todo, toda hora ele lhe oferece algo diferente e você fica completamente imerso nesse mundo. A trilha sonora é bem calma e agradável, isso faz com que você preste bastante atenção no que ocorre dentro do jogo.

Para finalizar, eu super recomendo este jogo para qualquer fã de jogos que fazem você se sentir dentro do jogo e que lhe dá uma história de qualidade, uma jogabilidade que não deixa a desejar e uma obra de arte gráfica. A Plague Tale: Innocence me surpreendeu bastante, eu realmente achei que seria um jogo abaixo do esperado e para mim ele entra para a lista dos melhores jogos de 2019.


 


 

A Plague Tale: Innocence

9.5

Nota

9.5/10

Positivos

  • História
  • Gráfico
  • Efeitos Sonoros
  • Animações
  • Trilha Sonora

Negativos

  • Jogabilidade
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Matheus Araújo

Editor da Gamers & Games, podcaster, cinéfilo, seriéfilo, gosto de jogos de FPS e aguardo uma sequência de Black.

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