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City States: Medieval: Estratégia híbrida chega ao Early Access em abril

Destaques da Notícia

  • Lançamento em Early Access no Steam confirmado para 20 de abril.
  • Gameplay híbrido mistura RTS, Tower Defense e gestão de comércio.
  • Sistema de heróis dita o controle político e militar das cidades.

A Reverie World Studios, em parceria com a indie.io, anunciou oficialmente que seu mais novo título de estratégia híbrida, City States: Medieval, será lançado em Early Access no Steam no dia 20 de abril de 2026. O game propõe um mergulho profundo no cenário político e econômico da Europa, Norte da África e Oriente Médio, desafiando os jogadores a transformarem cidades-estado em potências mundiais.

Ambientado no vibrante século XII, o título utiliza o pano de fundo do renascimento medieval para permitir que os jogadores reescrevam a história. Com o ressurgimento das artes, ciências e cultura, as rotas comerciais tornam-se o coração do mundo, criando oportunidades únicas de enriquecimento e, inevitavelmente, conflitos entre reinos e facções religiosas.

Comércio e gestão de cidades-estado

Os jogadores assumem o controle de cidades estrategicamente localizadas, como a gélida Novgorod, a afluente Gênova italiana ou a árida Trípoli, na Síria. Cada localidade funciona como um motor econômico que exige planejamento cuidadoso e a defesa ativa de rotas de comércio. Ao todo, o sistema de mercado engloba doze mercadorias distintas, variando de sedas preciosas a especiarias exóticas.

Gameplay híbrido: RTS e Tower Defense

A riqueza das cidades-estado atrai predadores, o que exige o domínio das táticas de defesa. A Reverie World Studios refinou seu sistema de combate em tempo real (RTS), integrando elementos de Tower Defense para representar os dramáticos cercos medievais.

O diferencial estratégico reside no sistema de Heróis. Esses líderes históricos não apenas lideram os exércitos, mas representam a extensão direta do poder do jogador. Quando um herói está presente, o jogador possui controle total sobre o território e as tropas, além de receber bônus poderosos.

Por outro lado, na ausência dessas figuras, a cidade-estado passa a ser gerida por um “governo de manutenção”, o que limita drasticamente a capacidade de emitir comandos. Essa mecânica transforma cada expansão territorial em uma aposta de alto risco, exigindo que o líder pondere se deve intervir em uma batalha distante ou proteger as fronteiras de uma invasão iminente.

Saulo Fernandes

Publicitário de formação, editor do Gamers & Games desde 2015. Gosto de jogos de exploração, aventura e corrida, comecei a jogar no Master System, mas o meu console queridinho até hoje é o GameCube.
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