Nintendo vence processo contra vendedor de Switchs modificados

Ryan Daly, acusado de vender hardware modificado e facilitar pirataria, fecha acordo após ser processado.

Em julho de 2024, a Nintendo tomou medidas judiciais contra Ryan Daly, apontado como gestor da loja “Modded Hardware”, especializada em vender consoles Nintendo Switch modificados e acessórios capazes de rodar versões piratas de jogos em aparelhos originais. O caso reforça a postura rígida da Nintendo na luta contra a pirataria e proteção de sua propriedade intelectual.

Do contato ao acordo: desfecho após insistência na ilegalidade

A ação judicial só foi movida depois que, segundo a Nintendo, Daly foi alertado pela própria empresa e se comprometeu a encerrar as atividades — mas teria continuado com as vendas de hardware modificado e serviços ilegais, ignorando o aviso extraoficial.

Devido à reincidência, a Nintendo entrou na Justiça, apresentando seis queixas detalhadas relacionadas à loja e à facilitação de acesso a softwares não autorizados.

Acordo milionário e proibição vitalícia para Daly

Diante do processo, Daly optou por um acordo extrajudicial com a Nintendo, evitando um julgamento formal. Ele aceitou pagar US$ 2 milhões (aproximadamente R$ 10,8 milhões na cotação atual) e, como parte essencial do acordo, comprometeu-se a nunca mais trabalhar com modificação de consoles Nintendo ou facilitar pirataria.

O documento assinado exige ainda que Daly não poderá:

Caso desrespeite qualquer cláusula, poderá ser processado novamente, inclusive por conivência ou apoio indireto a atividades ilícitas.

Exemplo de política rigorosa da Nintendo

O caso mostra novamente o empenho da Nintendo em combater qualquer prática que envolva pirataria ou violação de direitos autorais. A empresa já foi protagonista de outros processos de grande visibilidade nesse tema, buscando sempre proteger tanto a experiência dos jogadores quanto o valor de suas criações e franquias.

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