Diretor de 4:Loop apresenta o boss Scanner, “o Cubo” que transforma a arena numa Grade da Perdição

Novo shooter cooperativo desafia equipas de quatro jogadores com um boss que pune ficar parado.

Destaques do boss Scanner em 4:Loop

  • O Scanner, também apelidado de “o Cubo”, é um boss de 4:Loop pensado para quebrar o padrão de “ficar no canto a disparar” e obriga a movimento constante e coordenação em equipa.
  • Em vez de ataques diretos, o Cubo preenche a arena com a “Grade da Perdição”, uma enorme teia de lasers vermelhos que se torna cada vez mais difícil de evitar à medida que o combate avança.
  • As regras são simples: tocar num laser derruba a personagem; ao tocar num segundo laser, o jogador fica fora do combate, tornando cada passo e salto decisivos.

A equipa da Bad Robot Games usou o blog oficial da PlayStation para revelar novos detalhes sobre os bosses de 4:Loop, o seu shooter cooperativo para quatro jogadores. No destaque ficou o boss Scanner, uma ameaça enigmática que, dentro do estúdio, ganhou o apelido simples e direto de “o Cubo”.

4:Loop coloca quatro jogadores dentro de uma “matriz de treino” gerada proceduralmente, prometendo uma mistura intensa de quebra-cabeças cooperativos, caos tático e mecânicas misteriosas que envolvem saltos no tempo. Nesse contexto, os bosses não são apenas esponjas de dano, mas peças centrais desse design focado em coordenação e adaptação constante.

Mike Booth, diretor do jogo, explicou que o Scanner foi concebido justamente para quebrar os instintos tradicionais de um shooter. Em vez de procurar um ponto fraco óbvio e descarregar munição, a pior estratégia possível contra o Cubo é tentar travá-lo à força bruta, parado num canto. A filosofia deste combate é clara: se a equipe quer vencer, ninguém pode ficar quieto. O movimento constante e a consciência da posição de cada jogador na arena são a verdadeira chave para sair vivo do confronto.

O grande diferencial do Scanner é o tipo de ameaça que ele representa. Em vez de atacar diretamente com tiros, projéteis ou mísseis, o Cubo domina a arena com uma vasta teia de lasers vermelhos, batizada pela equipe de desenvolvimento como “Grade da Perdição”. É essa grelha mortal que dita o ritmo da luta, transformando o encontro num verdadeiro teste de reflexos, coordenação e comunicação entre os quatro jogadores.

As regras da Grade da Perdição são simples, mas cruéis. Ao tocar num laser, o seu personagem é imediatamente derrubado, ficando vulnerável. Se, depois disso, bater em um segundo laser, estás definitivamente fora do combate. No início do confronto, os lasers movem-se lentamente, dando uma falsa sensação de segurança e permitindo à equipe analisar o padrão e ensaiar a movimentação. Porém, à medida que o tempo passa, os espaços entre os feixes vão encurtando, o ritmo acelera e desviar da rede luminosa transforma-se num autêntico pesadelo de coordenação milimétrica.

O Scanner, portanto, funciona mais como um “arquitetador de perigo” do que como um boss clássico que te persegue e disparar. Ele configura a arena para que sejam os próprios jogadores a cometer erros fatais, sobretudo se relaxarem, perderem o ritmo ou falharem na comunicação. Em 4:Loop, este tipo de abordagem reforça a ideia de que o sucesso depende da cooperação e da leitura do ambiente, não apenas da pontaria.

Para os interessados em acompanhar mais de perto o desenvolvimento de 4:Loop, a Bad Robot Games também deixou um convite para a comunidade se juntar ao servidor oficial de Discord do jogo:
discord.gg/4LOOP

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