Brasil alcança a 3ª posição em qualidade de conexões de internet fixa entre países de PIB semelhante

Destaques da Notícia

  • Brasil conquista o 3º lugar em ranking de internet fixa entre 20 países com PIB per capita similar.
  • Pontuação de 107.424 nPoints garante navegação fluida e suporte para streaming de vídeos em 4K.
  • Relatório da nPerf mostra proximidade com líderes Bulgária e Sérvia no topo da lista.

O Brasil conquistou a terceira colocação em um ranking global de qualidade de internet fixa entre 20 países com Produto Interno Bruto (PIB) per capita semelhante. Segundo dados levantados pela plataforma nPerf entre janeiro e maio de 2026, o país registrou uma pontuação de 107.424 nPoints, índice que avalia o desempenho da rede em atividades cotidianas como downloads de arquivos, navegação na web e reprodução de vídeos por streaming.

Pontuação elevada garante navegação fluida e suporte a 4K

O indicador obtido pelo Brasil consolida uma infraestrutura de rede robusta para os usuários, combinando métricas de velocidade de download, envio de dados, responsividade, além da estabilidade de navegação e streaming. Esse resultado posiciona o país logo atrás da Bulgária, líder do grupo com 110.504 nPoints, e da Sérvia, segunda colocada com 108.342 nPoints. Por outro lado, a pontuação brasileira superou nações como Costa Rica (107.310 nPoints) e México (104.778 nPoints).

Atingir uma marca superior a 100.000 nPoints significa, na prática, fornecer uma experiência ideal de uso para tarefas digitais pesadas. Conexões desse nível garantem a reprodução estável de vídeos em resolução 4K sem travamentos, taxas rápidas para baixar arquivos de grande escala e navegação contínua em múltiplos navegadores de forma simultânea. Em termos comparativos, enquanto a Bulgária demonstra uma fluidez ligeiramente superior, territórios como Maurício (95.817 nPoints) apresentam distanciamentos mais perceptíveis no dia a dia.

Desempenho homogêneo entre nações avaliadas

A análise realizada com os países situados na faixa de renda intermediária (PIB per capita entre 8.000 e 32.000 dólares) apontou um cenário de relativa igualdade competitiva. A variação entre o topo da tabela ocupado pela Bulgária e a pontuação do Brasil é de apenas 2,8%, o equivalente a 3.080 nPoints de diferença.

Essa proximidade numérica reforça que o acesso global aos serviços digitais, tarefas de teletrabalho com alto volume de dados e entretenimento em alta definição operam de maneira similar nessas regiões. Países como Letônia (105.092 nPoints), Grécia (104.456 nPoints) e Argentina (97.476 nPoints) também integram essa faixa estreita em torno da média. A maior disparidade do ranking fica por conta do Gabão, lanterna do grupo com 29.352 nPoints, apresentando uma proporção de 1 para 3,7 em relação ao desempenho brasileiro.

As avaliações que baseiam o ranking foram concluídas no primeiro semestre de 2026 por meio do sistema de medição da nPerf. O relatório completo com os comparativos de conectividade e estabilidade de banda larga fixa está disponível para consulta e monitoramento dos dados de infraestrutura global.
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