Destaques sobre o fim do Copilot na Xbox
- Em março de 2026, a Microsoft tinha anunciado o Copilot para a Xbox Series, mas o projeto foi cancelado em poucas semanas.
- A empresa também vai descontinuar a versão mobile do assistente de IA, encerrando o suporte ao app.
- Como parte da nova visão, a Xbox começou a cortar funcionalidades que não se encaixam, incluindo o Copilot no mobile e na consola.
Em março de 2026, a Microsoft tinha anunciado que o Copilot, o seu assistente virtual de inteligência artificial, chegaria ao Xbox Series ainda este ano. No entanto, passados apenas dois meses, a empresa deu uma guinada completa: o Copilot já não está em desenvolvimento para os consolas.
Além de abandonar os planos no Xbox, a Microsoft confirmou também que a versão mobile do Copilot será descontinuada e deixará de ter suporte, reduzindo de forma significativa a presença do assistente fora do ecossistema tradicional de Windows e serviços corporativos.
A decisão foi comunicada por Asha Sharma, atual CEO da Xbox, através de uma publicação na rede social X. Na mensagem, Sharma explicou que o Xbox precisa avançar mais depressa, aprofundar a relação com a comunidade e responder melhor aos problemas enfrentados tanto pelos jogadores quanto pelos developers de jogos.
Para tentar colocar o negócio de volta nos trilhos, a estratégia passa por promover pessoas que ajudaram a construir o Xbox desde o início, ao mesmo tempo em que entram novas vozes para empurrar a marca para a frente. De acordo com a CEO, esse equilíbrio entre veteranos e sangue novo é “super importante” nesta fase.
Como parte dessa grande mudança interna, a Xbox começará a eliminar gradualmente funcionalidades que já não se encaixam na visão atual da marca. É dentro desse contexto que se encaixa o recuo em relação ao Copilot:
“Vamos começar a reduzir o Copilot no mobile e vamos parar o desenvolvimento do Copilot no console”, afirmou Asha Sharma.
A decisão representa uma mudança de rumo significativa em relação à promessa feita há poucas semanas à comunidade Xbox. O recado, porém, é claro: a prioridade agora é focar no essencial para jogadores e estúdios, mesmo que isso signifique abrir mão de iniciativas de IA que, no papel, pareciam alinhadas com a estratégia mais ampla da Microsoft.
