Destaques – O Futuro Multiplataforma de Physint
- Hideo Kojima afirmou que a chegada de Physint ao PlayStation já não depende dele.
- O criador reiterou que a decisão final sobre as plataformas cabe inteiramente à Xbox.
- A postura da Microsoft de expandir o alcance dos jogos poderá ditar se o título será exclusivo.
- A mudança marca uma reviravolta histórica após o fim da parceria inicial com a Sony.
- Novos detalhes sobre o formato de lançamento serão revelados futuramente pela equipe.
Após a surpreendente reviravolta que viu o projeto Physint migrar das mãos da Sony para o ecossistema da Xbox, Hideo Kojima continua a esclarecer os detalhes sobre o futuro do seu ambicioso jogo de espionagem tática. Em declarações recentes, o lendário criador garantiu que, apesar do enorme carinho que ainda mantém pela PlayStation, já não tem autonomia total para decidir em quais plataformas o título será lançado.
A decisão nas mãos da Microsoft
O jogo, que inicialmente havia sido apresentado ao público lado a lado com os executivos da PlayStation Studios, poderá transformar-se num exclusivo da gigante de Redmond. Questionado sobre a possibilidade de Physint chegar futuramente ao PS5 ou a um eventual PS6, Kojima jogou a responsabilidade para os seus novos parceiros:
- “Não sei a resposta para isso – é uma questão para a Xbox. Não tenho uma certeza,” afirmou o criador.
- Kojima lembrou que a postura recente da divisão de jogos da Microsoft tem sido a de alcançar o maior número possível de jogadores, independentemente do hardware.
- No entanto, concluiu reforçando que tais definições serão anunciadas mais adiante e fogem ao seu controle direto.
Enquanto rumores jornalísticos, como os levantados por Jason Schreier, sugeriam que a Sony nutria o desejo de manter Physint como um exclusivo de seu próprio ecossistema, a realidade atual aponta para uma direção bem diferente. Caso a Microsoft decida fechar a exclusividade da obra, o cenário marcará um momento histórico e bastante simbólico para a indústria.
Você acredita que a Xbox optará por manter Physint exclusivo dos seus consoles e PC, ou seguirá a tendência recente de levar os seus grandes títulos para plataformas concorrentes?
