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Confira nossa análise de The Last Guardian.

Depois de nove longos anos de espera, muitas expectativas e muitos adiamentos, finalmente foi lançado o tão aguardado “The Last Guardian”!!!

Do mesmo universo de “ICO” e “Shadow of the Colossus” criado por Fumito Ueda, o jogo é muito bonito e único, mas será que vale a pena jogar?

Em um ano repleto de lançamentos de peso, como “Uncharted 4” e “Final Fantasy XV”, posso dizer com toda certeza que “The Last Guardian” VALE SIM um espaço na sua coleção de games, e aqui está o porquê:

A História

O jogo começa em uma caverna com um garoto que não sabemos o nome, acordando. Não sabemos porque ele está nessa caverna, mas ele não está sozinho. À poucos passos dele há uma criatura emplumada, gigante, irritada e muito diferente chamada Trico, que é uma mistura de vários animais.

Depois de tentar fazer amizade com ele, tirando as lanças que estavam em seu corpo, o alimentamos e o libertamos de sua corrente.

A partir daí ele meio que começa a confiar no garoto sem nome e os dois tentam escapar do lugar em que estão, enfrentando estátuas guardiãs, quebra cabeças, escalando lugares muito altos e criando uma amizade muito especial.

Gráficos – Nota 9

Por conta de anos e anos de desenvolvimento, The Last Guardian passou do PlayStation 3 para o PlayStation 4, mas parece que os anos não o fizeram tão diferente do que seria no console antigo da Sony.

Os gráficos são lindos, mas não os compare com “Uncharted 4” por exemplo, esse jogo tem uma arte muito diferente e única, mas quem jogou “ICO” e “Shadow of the Colossus” vai se identificar logo de cara.
O destaque do jogo fica para Trico, que é muito bem feito, as penas, as texturas, a movimentação de Trico são o ponto alto do jogo.

Mas nem tudo são flores, há várias quedas de frame rate durante o jogo.

SOM – Nota 10

O som não decepciona nem um pouco, como estamos praticamente sozinhos em um lugar aparentemente isolado, música quase não existe, exceto em pontos chave, ou em batalhas…mas o som do vento, da água, dos passos de Trico e dos gritos do garoto, fazem um papel bem feito em se encaixar na história e estilo do game.

Controles – Nota 6

Aqui temos uma parte complicada, pois os controles não obedecem tão bem, e a câmera do game deixa MUITO, MUITO a desejar, na verdade em algumas hora eu desejava jogar o controle na parede de tanta raiva. Os controles do garoto não são tão precisos e muitas vezes erramos o tempo do pulo e acabamos caindo e morrendo. A câmera é ruim de ajustar e atrapalha bastante em várias partes do game. Mas que não tira o brilhantismo dessa obra.

Diversão – Nota 8

“The Last Guardian” nos prende do começo ao fim por ter uma história totalmente diferente do que estamos acostumados, e assim queremos avançar até descobrir o porquê estamos ali e qual é nosso papel nesse lugar.

Os controles e a câmera atrapalham um pouco a diversão, pois houve momentos que tentar jogar um barril de um lugar pro outro, e errar, ou pular em uma plataforma e não acertar, acabavam mais em estresse do que em diversão. Mas o jogo em si compensa essa falha por ter uma trama que nos faz querer chegar ao fim.

Veredicto

“The Last Guardian” demorou MUITO para ser lançado, mas a espera valeu a pena, os gráficos meio ultrapassados e os controles ruins, não estragam o conjunto da obra, que conta com uma trama bem feita, um das criaturas mais espetaculares já feitas em um game, e um final SURPREENDENTE e EMOCIONANTE.

Dá para terminar em menos de 5 horas, se for “correndo”, mas se você gosta de explorar, explore, pois o game conta com vários ambientes ricos em detalhes.

Pontos Fortes:
– Gráficos de Trico IMPRESSIONANTES
– Uma história que nos prende até o fim
– Interagir com Trico é bem divertido
– Som maravilhoso
– Legendas em Português

Pontos Fracos:
– Controles imprecisos
– Câmera horrível
– Gráficos gerais não tão bonitos.

Por tudo isso, o game leva o Selo Ouro da Gamers e Games.

Confira nossa Live de “The Last Guardian”:

Marcelo Rodrigues

Old Gamer, se aventurando no ramo dos video-games deste o Atari. Já foi só do lado "Azul" da Força, mas hoje distribui sua atenção para todas as plataformas. Apesar de jogar todos os estilos, Adventures e Plataformas ainda tem um lugar especial em seu coraçãozinho.
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