
Dragon Ball FighterZ – Confira nossa análise.
“Dragon Ball FighterZ” – e o custo da ansiedade.
Um dos games mais aguardados dos últimos anos sem duvida é a realização de um sonho de muitos fãs do anime famoso mundialmente. Assim como Mario Bros, Sonic dentre outros, o nome Goku certamente é tão conhecido quanto os citados.
A Bandai Namco, fez um anuncio meio que de surpresa, pois ninguém esperava um jogo de luta de Dragon Ball, e ao sabermos que a Arc System Works, que fez os excelentes “Guilty Gear Xrd” e “Blaz Blue”, estava por traz da criação do game, certamente que viria coisa boa por ai.
A verdade é que por excelência “Dragon Ball FighterZ” é uma espécie de anime polido e cristalizado, uma extensão de toda a série, apresentando o que há de melhor em animação, paleta de cores e fluidez.
A escolha do Unreal Engine 4 e seu estilo cell shaded provavelmente foi a carta na manga para que o jogo tenha um abismo de diferença de seus antecessores.
Junte a isso um gameplay extremamente responsivo com combos fáceis em sua grande maioria, e com opção de troca de personagem de forma rápida igual um teletransporte, o game se torna realmente viciante.
O time formado de 3×3 dá uma variação de combos e misturas no mínimo inusitadas para os mais conhecedores do anime. Os comandos são os mesmos para todos os personagens, assim como os super especiais que não requer nenhum malabares.
A historia é a cereja do bolo, pois desta vez temos algo totalmente novo assim, como o vilão, desenvolvido em parceria com o próprio Akira Toriyama. Trata-se da Android 21. Sem dar muitos spoilers, não é o melhor vilão da série, mas tem seu peso na trama e realmente mostra para o que veio.
Com uma boa apresentação de personagens, logo de cara é fácil perceber que ainda falta muita gente e que veremos umas 3 ou 4 DLCs para que o game tenha ao menos uma boa gama de escolhas. Lembre-se que estamos falando de um anime com mais de 30 anos.
O modo Arcade é direto e foca naqueles que querem apenas sair na pancadaria com seu K.I, ou em modo Batalha com lutas on line e local. Mas antes de encarar um desafio assim, aconselho a pegar sua nuvem voadora e ir até o modo Treino, praticar suas habilidades.
Outro ponto positivo e que vale destaque é o som do game. As explosões estão exatamente iguais ao anime e o áudio em japonês é praticamente o mesmo. Infelizmente nem tudo são flores e o fato do jogo não ser dublado em português é de cortar o coração. Não da para entender se foi falta de tempo ou se a Bandai Nanco não enxergou isso como um fator positivo nas vendas. Quem sabe uma DLC!
Em um todo a Arc System Works nos trouxe um verdadeiro presente com forte apelo aos fãs de “Dragon Ball” em um jogo frenético, comandos fáceis, gráficos lindos, não só respeitando a raiz da franquia bem como um trabalho de qualidade visual notável.
“Dragon Ball” existe desde os primórdios do vídeo-game, e acompanhou praticamente todas as gerações.
Literalmente obrigatório para os amantes de Goku e companhia e recomendado para quem gosta de um game de luta fácil, divertido e viciante.
Confira nossa Live de “Dragon Ball FighterZ”:











