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Confira nossa análise de The Blackout Club

Analisado no PlayStation 4

Com uma mistura de “Left 4 Dead” com a serie da Netflix Stranger Things, “The Blackout Club” é um jogo de terror adolescente com ambientação em primeira pessoa, rechado de exploração, sustos e uma premissa um tanto quanto interessante.

Criado pela Question, mesma equipe responsável por “Bioshock I” e “Bioshock II”, você tem a opção de jogar sozinho, porém a cereja do bolo é seu modo coop que além de divertido, requer uma boa tática na exploração dos cenários que podem variar entre casas abandonadas, terrenos, campos abertos em total escuridão, dentre outros. Ser cauteloso é essencial durante as missões, pois existem uma espécie de zumbis espalhados pela cidade e cenários, os quais qualquer movimento brusco ou barulho, com toda certeza você será prontamente atacado.

 

 

A inteligencia artificial surpreende neste quesito, pois realmente força você a pensar muito bem antes de adentrar nas casas sem ao menos dar uma bela averiguada e o fato do modo cooperativo, nem sempre quem está do outro lado tem essa mesma cautela, o que pode causar algumas irritações as vezes com seus companheiros.

 

 

Como todo jogo de exploração com um ar investigativo, ao seu dispor há inúmeros itens como pistolas, spray de pimenta e o celular, que é de fundamental importância no decorrer do game. O uso do celular lembra outro game de terror, o “OUTLAST”, porém no lugar da filmadora, temos a tela do aparelho que indica objetos a serem investigados e registrados.

Um ponto interessante do game é a evolução do seu personagem conforme você avança nas missões. É possível dar um upgrade na velocidade, ganhar itens como uma sirene (que ao ser acionada atrai os “zumbis” para onde você quiser), aumentar sua barra de energia dentre outros.

 

 

Os gráficos estão satisfatórios, com bons efeitos de iluminação, trazendo toda uma atmosfera típica daqueles filmes de terror da década de 80 e 90, e o cuidado com os detalhes dos cenários merecem atenção.

Mas…Tudo poderia correr bem se não fosse um dos maiores problemas de “The Blackout Club”, que são suas missões. Repetidas e sem profundidade, não demora muito para que você se sinta sempre fazendo a mesma coisa, só que em cenários diferentes ou simplesmente invertidos. Ainda que você possa entrar em uma missão em andamento, atrapalhando a partida ou ajudando-a, é muito simplório.

 

 

Já os efeitos sonoros são típicos dos games neste estilo, fazendo um bom trabalho nos momentos mais tensos e ajudando quando é necessário o silencio absoluto. A atmosfera não seria a mesma se não fosse o ótimo trabalho da Question.

A jogabilidade corre na contramão, trazendo algumas falhas como personagens travados nos cenários ou bugs ao subir ou descer das escadas. Nada que uma atualização não resolva, porém por ser constante, atrapalha na jogatina e principalmente quando você precisa correr das situações de risco que o jogo impõe.

 

 

“The Blackout Club” é um bom game, com um misto de ideias já vistas em outros títulos no mesmo estilo, porém deixa a sua assinatura com seu interessante modo cooperativo.

Talvez uma futura sequência possa acabar com as falhas, principalmente nas missões, visto que games de terror tem um grande público, e daí, quem sabe não possa estar entre grandes títulos do gênero como “OutLast”, “Left 4 Dead” dentre outros.

The Blackout Club

R$ 91,90
7

Nota

7.0/10

Positivos

  • Modo Cooperativo
  • Ambientação
  • Efeitos sonoros

Negativos

  • Missões repetitivas
  • Bugs
  • História
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Thiago Bonito

Administrador, apaixonado por vídeo game, já sofri quando queimei meu Atari, super fã de jogos clássicos e economizando até a alma para comprar o PS5 no dia do lançamento

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