Novos contratorpedeiros pan-americanos chegam ao World of Warships

A nova linha se destaca pelo foco em artilharia pesada, projéteis perfurantes e alto potencial de dano concentrado.

A Wargaming anunciou a chegada de uma nova linha de contratorpedeiros pan-americanos a World of Warships, trazendo embarcações dos níveis III ao X e uma proposta de jogabilidade focada em alto risco e recompensa. A nova árvore tecnológica reúne navios que serviram em diferentes países da América Latina durante o século passado e exige conhecimento avançado das mecânicas de combate para ser utilizada com eficiência.

A nova linha se destaca pelo foco em artilharia pesada, projéteis perfurantes e alto potencial de dano concentrado. Diferentemente de outros contratorpedeiros, as embarcações utilizam exclusivamente munição AP na bateria principal e contam com uma quantidade limitada de torpedos de curto alcance, destinados principalmente à defesa.

Outro ponto importante é a ausência do consumível de cortina de fumaça. Em compensação, os navios possuem acesso ao Grupo de Reparos desde os níveis iniciais, enquanto o Impulso de Motor assume papel fundamental para aumentar a mobilidade durante ataques, reposicionamentos e recuos.

Nova linha de contratorpedeiros pan-americanos

Os primeiros níveis da árvore tecnológica apresentam uma abordagem mais tradicional. O Almirante Villar, contratorpedeiro peruano de nível III, o chileno Serrano, de nível IV, e o colombiano Antioquia, de nível V, são projetados para aproveitar os projéteis AP contra cruzadores leves que apresentem vulnerabilidades em sua blindagem.

A dinâmica muda a partir do nível VI com o argentino Cervantes e o brasileiro Marcílio Dias, ambos equipados com o consumível Acelerador de Recarga de Bateria Principal. A ferramenta permite reduzir o intervalo entre disparos e criar oportunidades para ataques de grande impacto contra adversários que exponham seus flancos.

No nível VIII, o mexicano Cuauhtémoc introduz uma das principais novidades da linha: a mecânica de Instrução de Combate. Após acertar 21 disparos com a bateria principal, o jogador recebe um aumento de 33% no dano dos projéteis perfurantes durante 10 segundos.

A habilidade transforma o Cuauhtémoc em uma ameaça ainda maior durante ataques-surpresa, especialmente quando utilizada contra adversários que estejam em posições vulneráveis.

No nível IX, o venezuelano Nueva Esparta amplia o potencial de dano da linha, mas cobra um preço em mobilidade ao apresentar uma velocidade base ainda menor.

20 de Julio é o destaque do nível X

No topo da nova árvore tecnológica está o colombiano 20 de Julio, de nível X. O contratorpedeiro é o mais lento de sua classe, característica que exige planejamento cuidadoso antes de cada confronto e torna o posicionamento ainda mais importante.

Em contrapartida, a embarcação reúne o Acelerador de Recarga de Bateria Principal e as Instruções de Combate, permitindo utilizar as duas ferramentas simultaneamente. A combinação proporciona uma cadência de tiro extremamente elevada e potencializa o dano causado pelos projéteis AP.

A configuração torna o 20 de Julio especialmente perigoso contra contratorpedeiros e cruzadores que estejam mal posicionados no mapa.

Estratégias para utilizar os novos navios

A nova linha exige uma abordagem mais estratégica em comparação com contratorpedeiros convencionais. Entre as principais opções de jogo estão:

Com essas características, os novos contratorpedeiros pan-americanos de World of Warships apresentam uma proposta voltada principalmente para jogadores que dominam posicionamento, pontaria e gerenciamento de recursos. A recompensa para quem conseguir explorar suas particularidades é um elevado potencial de dano e ferramentas capazes de virar confrontos em poucos segundos.

A nova linha inclui embarcações do Peru, Chile, Colômbia, Argentina, Brasil, México e Venezuela, ampliando a presença latino-americana no jogo da Wargaming.

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