
No mais recente relatório financeiro da Capcom, a empresa deixou claro aos investidores que o PC já não é um “mercado complementar”, mas um dos pilares do seu negócio. Entre abril e dezembro de 2025, o PC representou 50% dos jogos vendidos pela companhia, e a expectativa interna é que essa fatia continue a crescer.
Numa sessão de perguntas e respostas, os executivos foram questionados sobre a forte aposta em tecnologia de ponta no PC para Resident Evil Requiem e sobre a postura da Capcom em relação à plataforma. A resposta foi direta: o PC vai receber cada vez mais atenção, tanto em termos de recursos quanto de qualidade técnica.
A companhia afirma que, com uma compreensão cada vez maior das ferramentas de desenvolvimento e das especificidades do ecossistema PC, pretende dedicar foco adicional às versões para computador de todos os seus jogos. Isso inclui aproveitar melhor features avançadas, otimização de desempenho e suporte mais consistente a diferentes configurações de hardware.
Um ponto importante do relatório é a menção a Monster Hunter Wilds. A Capcom reconhece que alguns erros cometidos nesse projeto serviram como lições valiosas para o futuro. A empresa afirma ter incorporado esses aprendizados nos seus processos, com o objetivo de garantir ports de PC mais polidos e estáveis em lançamentos posteriores.






