
Melhor Escolha revela os provedores de internet mais rápidos do Brasil em 2025
A Vivo é a operadora de internet banda larga mais rápida do Brasil, com 153 mega de velocidade
O site Melhor Escolha, referência em análises de qualidade de internet no país, divulgou os vencedores da edição 2025 do Prêmio Melhor Escolha. A premiação anual reconhece os provedores de banda larga fixa e móvel que se destacaram em desempenho durante 2024, oferecendo velocidades acima da média e experiência consistente aos usuários.
“A velocidade e a qualidade da internet se tornaram essenciais no dia a dia das pessoas, especialmente no contexto de trabalho remoto, educação online e entretenimento via streaming. Nosso objetivo é reconhecer as empresas que estão à frente em inovação e qualidade de serviço, ao mesmo tempo, em que incentivamos a melhoria contínua no setor de telecomunicações no Brasil”, explica Hadassa Rodrigues, gerente de Marketing do Melhor Escolha.
O selo de qualidade do Melhor Escolha identifica as operadoras com melhor desempenho no Ranking Nacional e no Ranking Estadual, incentivando a competitividade e servindo como guia para consumidores que buscam contratar serviços com base em dados técnicos e imparciais.
Os vencedores deste ano são:
- Melhor Internet Banda Larga Nacional: Vivo – 153 Mega
- Melhor Internet Banda Larga Estadual:
- Acre: Sem fronteiras — 127 Mega
- Alagoas: Vivo — 127 Mega
- Amazonas: Fiber Network — 175 Mega
- Amapá: Oi — 95 Mega
- Bahia: Claro — 130 Mega
- Ceará: Claro — 122 Mega
- Distrito Federal: Claro — 178 Mega
- Espírito Santo: Giga+ Fibra — 149 Mega
- Goiás: Vivo — 164 Mega
- Maranhão: Júpiter Internet — 117 Mega
- Minas Gerais: Algar Telecom — 156 Mega
- Mato Grosso do Sul: Via Parque — 152 Mega
- Mato Grosso: Amigo Internet — 189 Mega
- Pará: SEA Telecom — 119 Mega
- Paraíba: Oi — 119 Mega
- Pernambuco: DTEL — 147 Mega
- Piauí: Vivo — 130 Mega
- Paraná: Oi — 161 Mega
- Rio de Janeiro: Vivo — 168 Mega
- Rio Grande do Norte: Proxxima — 108 Mega
- Rondônia: SpeedTravel — 126 Mega
- Roraima: Oi — 93 Mega
- Rio Grande do Sul: Vivo — 152 Mega
- Santa Catarina: Oi — 154 Mega
- Sergipe: Claro — 136 Mega
- São Paulo: Desktop — 171 Mega
- Tocantins: Vivo — 177 Mega

Ranking mostra os avanços na Internet brasileira
Entre 2023 e 2025, a velocidade média em smartphones subiu de 69 Mega para 109 Mega, enquanto em computadores saltou de 106 Mega para 151 Mega. No mesmo período, a média nacional aumentou 55%, passando de 79 Mega para 123 Mega, impulsionada pela expansão da fibra óptica.
Destaques do ranking nacional
- 1º lugar: Vivo (153 Mega)
- 2º lugar: Oi (144 Mega)
- 3º lugar: TIM (131 Mega)
- 4º lugar: Claro (126 Mega)
- 5º lugar: Giga Mais Fibra (125 Mega)
Panorama regional
A Vivo lidera em sete estados, como Alagoas, Rio Grande do Sul e Distrito Federal. Já a Claro domina em quatro unidades federativas, incluindo Bahia e Ceará. Entre os estados com maior velocidade, destacam-se:
- Mato Grosso: 189 Mega (Amigo Internet)
- Distrito Federal: 178 Mega (Claro)
- Tocantins: 177 Mega (Vivo)

No extremo oposto, Roraima (93 Mega) e Amapá (95 Mega), atendidos pela Oi, registram as menores médias do país. Os dados reforçam a desigualdade regional na qualidade da internet, mesmo com os avanços gerais observados.
“Apesar dos avanços significativos na conectividade, principalmente impulsionados pela expansão da internet fibra óptica, ainda enfrentamos desigualdades regionais, como mostram os números de estados como Roraima e Amapá. Esses resultados reforçam a necessidade de investimentos contínuos para aproximar o Brasil dos padrões globais de alto desempenho, garantindo uma internet mais rápida e acessível para todos”, analisa a executiva.
Metodologia da pesquisa
O Prêmio Melhor Escolha 2025 considera as operadoras com quantidade mínima de testes no período avaliado e dados oficiais de acessos da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações).
Para o Ranking Nacional, é fundamental ter presença significativa no Brasil, com atuação nas cinco regiões do país. Já, para o Ranking Estadual e Municipal, a operadora precisava ter participação mínima de 1,5% no estado no período que antecede à publicação do prêmio e atingir 1,5% ou mais do total das amostras de testes no período de apuração.







