Destaques – BioEden
- Gênero e tom: cozy solarpunk management game focado em restauração ecológica e relaxamento.
- Papel do jogador: você é um Keeper, encarregado pelo Cosmic Collective de revitalizar um planeta ferido.
- Lançamento: chega em 3 de setembro de 2026 ao Steam, com versões posteriores para PS5, Xbox Series X|S e Nintendo Switch 2.
A Focus Entertainment e a Broken Arms Games anunciaram BioEden, um cozy solarpunk management game que será lançado em 3 de setembro de 2026 no Steam, chegando posteriormente ao PlayStation 5, Xbox Series X|S e Nintendo Switch 2. Revelado com um trailer de gameplay na Future Games Show, BioEden coloca o jogador em um planeta ferido, pedindo ajuda para ser restaurado. Quem quiser já pode dar os primeiros passos na missão: uma demo gratuita está disponível agora no Steam.
Em BioEden, você assume o papel de um Keeper, escolhido pelo Cosmic Collective para trazer a vida de volta a um mundo devastado. A proposta é construir uma rede autossustentável de estruturas que trabalham em harmonia para reviver animais extintos e transformar terras devastadas em “pequenos paraísos”.
A jogabilidade gira em torno de um gerenciamento calmo e cuidadoso:
- administrar redes de energia e sistemas de água,
- purificar lagos e outros ambientes,
- reciclar estruturas antigas,
- e equilibrar recursos para criar ecossistemas saudáveis.
À medida que os domos se conectam e a economia ecológica se desenvolve, você cria biomas ideais para receber dezenas de espécies animais de volta ao planeta, sempre com um clima solarpunk otimista e relaxante.
A demo de BioEden no Steam oferece acesso completo ao tutorial e a uma amostra da jornada tranquila que o jogo promete. Nela, o jogador dá os primeiros passos em um planeta árido, aprendendo as bases de:
- gestão de recursos e de espaço,
- exploração,
- construção casual,
- e cuidado com animais.
BioEden será lançado em 3 de setembro de 2026 no Steam, com versões para PS5, Xbox Series X|S e Nintendo Switch 2 chegando em seguida, expandindo o convite para transformar um mundo estéril em um santuário vibrante — um domo de cada vez.
