AnálisesPCPlayStationXbox

Driftland: The Magic Revival – Transforma ilhas flutuantes em um reino de estratégia e magia | Análise

Capa de Driftland: The Magic Revival

Versão Testada: PlayStation 5

Driftland: The Magic Revival

Disponível em:
PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC
Lançamento:
18/abr./2019 (PC) | 12/jun./2026 (Consoles)
Gênero:
Original, Estratégia, Simulação
Estúdio / Editora:
Star Drifters – Ultimate Games S.A.
Cópia digital cedida pela Ultimate Games S.A. para fins de análise.

Driftland: The Magic Revival é um jogo de estratégia que foge do padrão. Disponível para PC, PS5 e Xbox Series X/S, em vez de erguer uma cidade em um terreno convencional, você comanda ilhas flutuantes em um mundo despedaçado por uma guerra entre magos antigos. É um título para quem gosta de planejar, gerenciar recursos e ver um reino crescer aos poucos, não para quem busca ação o tempo todo.

O grande trunfo do jogo é poder mover, conectar e transformar ilhas com magia. Isso muda a forma de pensar a expansão territorial. Você não depende apenas do terreno que tem, porque também decide onde o seu reino vai parar e com o que ele vai se encontrar.

A mistura de RTS, 4X e god game funciona bem. Você administra ouro, matérias-primas e magia, constrói edifícios, desenvolve o reino, explora territórios e monta seu exército. Há campanha, escaramuças e a possibilidade de testar abordagens diferentes de partida.

O ponto que mais define a jogabilidade é o controle indireto. Você não comanda cada soldado: define os objetivos e deixa guerreiros, arqueiros e magos agirem. Isso dá um ar mais estratégico e menos frenético, mas cobra um preço. As unidades têm vontade própria e nem sempre fazem o que você esperava, o que pode irritar, principalmente nas batalhas. Entre as opções de combate, destacam-se criaturas invocadas, como golems de pedra, bem mais eficientes que a infantaria comum, e enxames de insetos. Há ainda dragões e outras criaturas para domar e montar.

O ritmo é mais calmo. Algumas missões têm objetivos parecidos, e quem espera acontecimentos constantes pode se cansar da repetição. Dragões, criaturas voadoras, magias e cenários coloridos dão personalidade ao jogo. É um visual agradável para quem curte mundos medievais fantásticos, com ilhas suspensas no ar que reforçam a identidade da proposta.

A trilha é assinada por Grzegorz Wlodarski e tem como diferencial o sistema adaptativo: a música é mixada em tempo real, em camadas, e muda conforme o que acontece na partida. Cada uma das quatro raças tem temas próprios, que reforçam seu caráter. A ideia é boa e ajuda a dar atmosfera. Na prática, porém, o áudio não chega a ser um destaque. Há quem considere a parte sonora pouco marcante, e o conjunto agrada mais como ambientação do que como algo para ouvir fora do jogo.

A adaptação para o DualSense exige um período de aprendizado. Alguns menus e textos aparecem pequenos, o que atrapalha a navegação em certos momentos. Depois que você pega o jeito dos atalhos, a experiência melhora bastante.

Atenção: a PlayStation Store brasileira informa vozes em inglês e textos em inglês, espanhol, francês, alemão, polonês, russo e chinês. O português não consta. Como o jogo exige entender menus, recursos e objetivos, quem não domina inglês pode ter a experiência bastante prejudicada.

Mas será que Vale o Preço?

Recomendo principalmente para quem gosta de Age of Empires, Civilization e outros títulos de estratégia e gerenciamento. É um jogo mais original do que profundo. Pelo preço cheio de R$ 114,90 na loja brasileira, o ideal é esperar uma promoção

Veredito Gamers & Games:

Nota Final
7.0
/ 10

Driftland: The Magic Revival oferece uma experiência estratégica original, com ilhas flutuantes, magia e boas possibilidades de gerenciamento. Apesar do estilo artístico marcante e da variedade de estratégias, o ritmo lento, a inteligência artificial irregular e a falta de localização em português limitam a experiência.

Driftland: The Magic Revival

7

Nota

7.0/10

Positivos

  • Estilo artístico agrada
  • Profundidade e variedade de estratégias

Negativos

  • Controle das I.A: os soldados agem por conta própria e nem sempre fazem o que se espera
  • As missões se parecem demais e o ritmo lento cansa
  • Falta de localização PT-BR

Thiago Bonito

Administrador, apaixonado por vídeo game, já sofri quando queimei meu Atari, super fã de jogos clássicos e economizando até a alma para comprar o PS5 no dia do lançamento
Botão Voltar ao topo
Visão geral da privacidade

Este site utiliza cookies para que possamos proporcionar a melhor experiência de usuário possível. As informações dos cookies são armazenadas no seu navegador e desempenham funções como reconhecer você quando retorna ao nosso site e ajudar nossa equipe a entender quais seções do site você considera mais interessantes e úteis.

Fechar

Adblock detectado

Parece que você está usando um Adblock!Nós entendemos, anúncios em excesso atrapalham a experiência. Aqui no Gamers & Games, tomamos um cuidado especial para exibir apenas publicidades não intrusivas. Para nos ajudar a manter o site no ar e o conteúdo gratuito, por favor, considere adicionar nossa página à sua whitelist.