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Astro Bot: Rescue Mission – O melhor jogo em VR? | Análise

SIIIIIM, ESSE É O MELHOR JOGO DE PSVR QUE JÁ JOGUEI!!!

Desculpe caro leitor, mas não tinha outro jeito de começar essa análise, Astro Bot é INCRÍVEL em todos os quesitos e aqui você entenderá o por que.

Um pouco de história

com a PS CAMERA, esse foi meu primeiro contato com os tais robozinhos que andavam na minha sala de um lado pro outro e eu podia chutá-los, jogar bolas e aspirá-los com meu controle dualshock, além de correr, pular e atirar estrelas ninja, pra mim ISSO era a evolução.

Mas até que 3 anos depois, em 2016, o PlayStation VR aparece me mostra o que é realmente evolução, com ele surge um app novo chamado The Playroom VR. Fiquei maravilhado com todas as experiências que esse novo jogo proporcionava, mas uma em especial tomou meu coração e ela se chamava “Robot Rescue”, que era basicamente um jogo de plataforma estrelado por um dos robozinhos, e quando joguei isso já fiquei imaginando um jogo completo, na minha cabeça eu mantinha o pensamento de “talvez isso nunca aconteça, era apenas um demo”… Mas eis que 2 anos depois surge ASTRO BOT, que veio realmente trazendo TUDO aquilo e mais um pouco que a “demo” nos mostrava.

 

Agora sim a história desse jogo

Os 213 robozinhos estavam viajando felizes e contentes em sua nave, até que uma nave alienígena aparece e destrói a Astro Ship só para roubar o óculos de realidade virtual que ela estava usando (sim a nave estava usando um VR), peças e tripulantes voam pelo espaço sideral e resta apenas nosso herói, o Astro Bot, para reunir as partes da nave e resgatar seus amigos tripulantes.

Para isso cabe a nós, um robô segurando um controle Dualshock, comandar nosso amiguinho pelos cinco maravilhosos mundos.

Sei que parece uma história bem básica, mas garanto que era essa “respirada” que o PSVR estava precisando.

 

Gráficos

Com toda certeza o Team Asobi trabalhou com muito carinho nesse jogo, a imersão é sensacional, as texturas, iluminação, sombras, é TUDO extremamente bem feito e detalhado, as duas primeiras fases do jogo não são tão espetaculares, mas a partir da terceira é que o jogo me mostrou do que realmente é capaz.

A terceira fase que me fez dizer “Nooooossa” começa em uma caverna escura, com cogumelos luminosos, cachoeiras e pedras que parecem de verdade, sem falar da vegetação, é tudo muito lindo.

Os detalhes são tantos que fiquei um bom tempo parado só admirando o lugar, enquanto isso, o Astro ficava colocando seu óculos VR, ameaçava dormir e ficava acenando e me olhando, falando sobre a água, quando damos o famoso “pulo duplo” e seguramos o botão, os raios que saem dos pés do robozinho fazem a água se mexer, causando pequenas ondas, algumas fases a frente vemos flores, árvores gigantes e o nível de detalhamento é muito alto, eu poderia escrever uma análise toda só disso mas não vou haha, na verdade vou dizer só mais uma coisa, quando os inimigos saem da água na fase da praia (que é espetacular por sinal), eles saem com óculos de mergulho e snorkel, achei isso demais…ok ok, pode parecer besta, mas eu achei incrível, pois venho de uma época onde os vídeo games eram apenas pixels bem quadrados.

 

Jogabilidade

Controlamos Astro usando apenas o Dualshock 4, com o analógico esquerdo nos movemos, com o botão X fazemos ele pular e com o quadrado ele dá socos, tudo bem básico e funcionando PERFEITAMENTE.

Mas, além disso, também usamos o botão “Touch” para usar as habilidades dos itens que transformam nosso Dualshock em outras coisas, como por exemplo, jogar uma corda com gancho em uma argola, fazendo uma ponte para Astro ou então como uma mangueira de água para regar plantas e apagar fogo… entre outros itens, caso queira provar isso vá até a The Playroom VR que tem um exemplo da corda.

A câmera (você no caso) se move tipo Mario 64, mas não a controlamos, só seguimos Astro enquanto ele anda e isso é muito bom para evitar o motion sickness em algumas pessoas, mas complica caso você passe do ponto de parada dela, pois é muito difícil olhar pra traz e tentar voltar, na verdade é quase impossível.

Mas uma coisa que me impressionou muito foi uma flor, um dente de leão que surgiu na minha frente e eu não sabia o que fazer até aparecer à instrução me mandando assoprar… Isso mesmo ASSOPRAR de verdade, quando fiz isso às flores do dente de leão se soltaram e voaram como se fosse à vida real… EU NÃO ACREDITEI hahaha, sei que a Nintendo já fez isso usando o DS, 3DS… Mas para mim ver isso nesse jogo em realidade virtual e de forma tão natural, meio que explodiu minha mente.

 

Som

O que dizer do som?…É espetacularmente maravilhoso! Músicas alegres para ambientes alegres, mais sombrias dentro de cavernas, meio “western” em fazes com precipícios e montanhas, os efeitos sonoros são excelentes e usando os fones escutamos tudo, inclusive robozinhos escondidos, é perfeito.

Diversão

Com 20 fases normais, 6 fases de chefão, uma tonelada de desafios e um tempo de jogo de aproximadamente 8 horas, Astro Bot mostra que é possível sim fazer um jogo divertido, lindo, com uma ótima jogabilidade e um fator replay que com certeza o fará querer platinar o jogo pegando todos os itens que ele oferece.

Fases de floresta, cidade, deserto, praia, aquáticas, rios, lava, céu, cavernas, cemitério, entre outras, o farão jogar esse jogo sorrindo, pois é tudo muito bem feito e nada repetitivo, as fases são muito variadas, e caso esqueça um robozinho, com certeza irá jogar a fase novamente. Sem falar dos incríveis chefões que normalmente são dez vezes maiores que Astro e cada um tem um jeito de ser derrotado.

A maior parte das coisas vivas que estão no jogo interage com você e nos fazem sentir em casa com tanta simpatia e fofura dos personagens, então não interessa sua idade, esse jogo deve ser jogado por todos, pois realmente é magnífico.

 


 

Confira o vídeo de gameplay de Astro Bot: Rescue Mission:

Astro Bot: Rescue Mission

10

Gráficos

10.0/10

Jogabilidade

10.0/10

Som

10.0/10

Diversão

10.0/10

Positivos

  • Gráficos e jogabilidade excelentes
  • Imersão absurda com fácil aprendizado
  • Divertido ao extremo, totalmente em português
  • Muitos itens colecionáveis
  • Dificuldade na medida para todas as pessoas

Negativos

  • Não tem
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