
Dick Wilde VR – Confira nossa análise.
Realmente falar bem de jogos que saem para o Playstation VR não é fácil não.
Mas, falar sobre “Dick Wilde VR” é uma tarefa bem simples: Pegue seus controles MOVE que se transformarão em armas no jogo e atire em tudo que aparecer na frente.
Para ser mais claro: Escolha um tipo de arma, entre em uma fase à sua escolha, Pântanos, lagos, rios…e atire em crocodilos, peixes elétricos, peixes que jogam lodo na sua cara, e até gaivotas que defecam em você apenas para ganhar pontos e passar para um level mais difícil.
Mas isso não é o pior. Os gráficos são simples demais, e não tem detalhes. O som é ruim, as músicas são péssimas.
Mas o jogo tem seu lado positivo sim, e lamentamos ser a única: a jogabilidade que os controles move nos proporcionam. Realmente parece que temos armas em nossas mãos dentro do jogo…mas é só.
A diversão acaba logo, principalmente por seu objetivo ser apenas ganhar pontos. Os cenários são bem repetitivos.
O modo multiplayer talvez te animasse um pouco…Mas não, tenho certeza que não. O multiplayer trata-se de cada um ter seu turno e ver quem mata mais peixes, muuuuito simples e chato, pois os levels não duram muito e só o trabalho de tirar o óculos VR da cabeça de uma pessoa e colocar em outra, toma mais tempo que o próprio turno.
Apesar da boa vontade de vários estúdios, ainda estamos a espera de bons jogos para a realidade virtual.
Por tudo isso, “Dick Wilde VR” leva o selo Bronze da Gamers & Games.










