
“Archangel” é um jogo que nos coloca dentro de um robô gigante onde o motivo principal do personagem é mais vingança pessoal, do que o propriamente tentar salvar o mundo.
A História
O jogo começa com a escolha entre um personagem masculino ou feminino, mas independente da sua escolha a história será a mesma.
Você está em um trem futurista indo para uma base secreta com seu filho, onde seu trabalho é pilotar um MECH, que são robôs gigantes onde a pessoa fica dentro da cabeça dele e o controla.
Após o treinamento, uma bomba é misteriosamente achada atrás do seu MECH e segundos depois ela explode, matando todos na base, inclusive seu filho.
É aí que a vingança pessoal começa, junto com um grande mistério: quem colocou aquela bomba lá?
Gráficos – Nota 9
“Archangel” é um dos jogos que tem os gráficos mais bonitos que eu já vi no PlayStation VR. Tudo é muito detalhado: cenários, personagens, iluminação.
Mas a estrela principal é seu MECH, onde passamos 99% do tempo.
O cockpit é super detalhado, os braços do robô são cheios de detalhes, a iluminação que reflete enquanto nos movimentamos é incrível, ou seja um jogo realmente bonito.
Minha única reclamação é: Se vivemos sentados no mech, por que não colocam um corpo em nosso personagem?
Em “Rush of Blood” vemos nosso corpo inteiro, mexemos as mãos e os braços, e a sensação de imersão é incrível, será que é tão difícil colocar um corpo sentado ao invés de só uma cadeira e um personagem invisível?
Jogabilidade – Nota 9
No tempo que passamos dentro do MECH, usamos os controles MOVE para controlar seus braços, atirar com armas que vão desde metralhadoras até mísseis, inclusive podendo dar socos em algumas coisas no cenário e em alguns inimigos. Também pegamos cápsulas de energia com as mãos e a esprememos para revitalizar nosso robô, além de termos escudos para nos proteger.
Não precisamos controlar os movimentos do robô, ele anda sozinho, nosso único objetivo é atirar e seguir a história, o que torna o jogo mais uma experiência cinematográfica onde apenas atiramos em tudo que se move.
SOM – 10
O jogo conta com dubladores excepcionais, músicas marcantes, e efeitos sonoros realmente dignos de filme, deixando o jogo muito mais legal e empolgante.
Confesso que do começo ao fim, a voz do meu personagem masculino me lembrava muito a do Kratos de “God of War”.
Controle – Nota 8
Jogamos com dois controles MOVE e basicamente apertamos o T(gatilho) para atirar com as armas, e o botão MOVE, que serve para fechar as mãos.
Os botões X e círculo servem para ativar os escudos, e, mais pra frente no jogo, os botões quadrado e triângulo servem para mudar de armas. no começo é meio confuso mas logo se pega o jeito e fica tudo muito natural.
VEREDICTO
“Archangel” é um filme jogável na minha opinião, conta com nove capítulos e dura cerca de três horas em média pra terminar. Estar dentro de um robô gigante, em um cenário com gráficos super bonitos é o ponto forte. Algumas vezes a dificuldade irritou um pouco e com certeza fará você querer voltar pro modo easy.
As explosões são lindas, os movimentos do MECH são bem realistas e a história interessante. Se você gosta de tudo isso vai amar esse jogo, pois realmente ele nos transporta para dentro de um robô gigante.
Além disso, o jogo te faz optar por uma escolha quase no final, fazendo você obrigatoriamente jogar novamente para saber o acontece se tiver escolhido a outra opção.
Pontos Fortes:
– Gráficos Espetaculares
– Trilha sonora digna de filme
– Ótima história
– Ótima jogabilidade
– Ótima imersão
Pontos Fracos
– Curto para um jogo de $39,99
– Sem localização para português, somente no idioma inglês
Por tudo isso, “Archangel” lega o nosso Selo Ouro.











