
Destaques da Notícia
- A Microsoft vive uma fase em que lança jogos internos também para PlayStation e Nintendo, mas pode voltar a apostar forte em exclusivos.
- A nova diretora, Asha Sharma, estaria reavaliando o papel da exclusividade na imagem da marca Xbox e no próximo console.
- Segundo Jez Corden, há conversas internas sobre como exclusivos podem fortalecer a marca e aumentar a procura pelo hardware Xbox.
- Lançar séries como Halo, Forza Horizon, Fable e Gears no PS5 pode ser visto como um enfraquecimento do apelo do console Xbox.
A Microsoft entrou recentemente numa nova fase, levando para PlayStation e Nintendo jogos produzidos pelas suas próprias equipes. No entanto, essa estratégia pode não durar para sempre: a empresa poderá regressar à era dos títulos exclusivos como forma de reforçar a identidade do próximo console Xbox.
Enquanto prepara um console de próxima geração e pondera alegadas mudanças no Game Pass, a nova diretora da divisão, Asha Sharma, estaria também a reavaliar o estatuto de exclusividade dos jogos internos e o impacto disso na imagem da marca Xbox.
Quem avança estas informações é Jez Corden, conhecido pela proximidade à comunidade Xbox. No seu podcast mais recente, Corden afirmou que estão ocorrendo conversas dentro da Microsoft sobre como os exclusivos podem fortalecer a marca.
Segundo ele, alguns executivos acreditam que manter certos títulos apenas no ecossistema Xbox pode:
- diferenciar mais a divisão de jogos face à concorrência
- e aumentar a procura pelo hardware, isto é, pelo próprio consola Xbox da próxima geração.
Este debate surge num momento em que, alegadamente, a Microsoft avaliará o potencial global da sua divisão de gaming. Para parte da gestão, o fato de jogos como Halo, Forza Horizon, Fable e Gears chegarem também ao PlayStation 5 pode ser visto como um enfraquecimento do apelo do hardware Xbox, já que o utilizador deixa de “precisar” de um console da marca para jogar algumas das suas principais franquias.
Na visão desses executivos, o caminho ideal seria um regresso a uma era de exclusividades mais marcantes, usando as grandes IPs internas para ancorar a próxima geração de consoles e reforçar a identidade própria da plataforma Xbox num mercado cada vez mais competitivo e multiplataforma.






